Teclas Pretas é um projeto da dupla Glauber Guimarães (ex-Dead Billies) e Jorge Solovera, que já deu origem a dois ótimos EPs: Oolalaquizila (2006) e Nó dos mais gravatas (2009). Provam que a música feita na Bahia - incluindo aí o rock - é mais plural do que poderia supor vossa vã filosofia, sociologia, antropologia e outras tantas fias e gias. A impressão que se tem ao ouvir a banda é que, além da dupla, haveria um terceiro integrante, um contra-regra manejando realejos, sininhos, copos de cristais, produzindo as mais inusitadas interferências. Conheça o premiado videoclip de Cidade Subtraída (e os perigos do sonambulismo filosófico) e na sequência baixe os álbuns da banda.
Esse malucão abriu os shows de Amy Winehouse no Brasil, mas tem tudo para deixar de ser coadjuvante. Tem cara de nerd, se veste como nerd, produz clips de nerd, mas faz soul music de primeira. Conheça um pouco do trabalho de Mayer e na sequência baixe seu primeiro trabalho, A Strange Arrangement.
Quando se pensa em uma música que tenha como ingredientes principais o samba e o rock, a associação mais imediata que se faz é com o samba-rock. No entanto, no caso da música de Rômulo Fróes, o resultado está a léguas de distância deste estilo, tanto na sonoridade quanto na sua poética soturna. Depois de ouvir os três discos lançados, Calado (2004), Cão (2006) e No chão sem o chão (duplo, de 2009), até hoje me pergunto: ele faz samba com uma pegada rock ou rock com levada samba? Tire suas próprias conclusões e na sequência baixe os três álbuns do cara.